quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Metroid: Zero Mission | Resenha

Hoje em dia talvez a Nintendo não tenha tanto peso no mercado de games, mas é de reconhecimento geral a sua primazia em fazer games de qualidade. Mario, Zelda, Metroid, são todas franquias de sucesso com títulos excelentes. Uma das coisas mais bacanas que eu percebo na companhia japonesa, é o gameplay único de cada jogo. Assim que vai jogando e descobrindo os controles e habilidades do seu personagem, o jogador fica imerso no universo daquele game, cria uma intimidade com os aspectos do jogo. 

É exatamente isso que busco em Metroid: Zero Mission, por exemplo, ao experimentar pela primeira vez um jogo bidimensional da franquia, já que só tinha jogado a série Prime - excelente, por sinal. Pra quem não sabe, Metroid usa um sistema parecido com o de Castlevania, onde há exploração de mapas porém você controla Samus Aran como num jogo de plataforma. Isso é interessante pois tira a linearidade do jogo permitindo que você busque passagens secretas e quebre a cabeça procurando o próximo passo ou mísseis extras. Há também um sistema de evolução do personagem onde você começa bem vulnerável aos monstros, sem a famosa habilidade de se transformar em bola, por exemplo.


É bacana lembrar que a série ficou um tempo sem nenhum lançamento, desde o Super Metroid de SNES, deixando o N64 sem games da franquia. Depois do retorno na série Prime, um FPS de primeira para GameCube, o GBA teve a responsabilidade de receber os jogos 2D da série, primeiro o Fusion e depois o Zero Mission. O último, do qual eu joguei, reconstitui a primeira missão de Samus, portanto não tem muita firula: é direto pra ação. Também não é um remake do primeiro Metroid de NES, algumas coisas lembram. Porem nunca joguei o original pra confirmar a informação.

Bom, se você é um entusiasta de games e não dá muita importancia para os games da Nintendo, experimente a série Metroid. A historia, a ambiência, a própria Samus, são aspectos muito bem trabalhados pela Nintendo de forma não-infantil como Mario, por exemplo. É um jogo voltado a um publico mais velho, até pela dificuldade que é elevada. Também não é um jogo longo, tem gráficos bem agradáveis, e não causam impacto pelo fato de ter quase dez anos.


Baixe logo o emulador e rom para o seu celular e pire nessa maravilha que só a Nintendo pode proporcionar!



Nenhum comentário:

Postar um comentário